Presidente do Sindirepa-SP assume Departamento da Micro, Pequeno e Média Indústria da FIESP  em 2026

Empresário e representante do setor de reparação com mais de 15 anos à frente do Sindirepa-SP, Antonio Carlos Fiola acaba de ser eleito para  assumir o Departamento da Micro, Pequeno e Média Indústria (DEMPI) na FIESP. Criado em 1990 com a proposta de dar voz e representatividade e atenção específica a essas empresas que integram a base da industrial paulista e nacional, o departamento possui extrema relevância por representar a maior parte de empresas do estado de São Paulo.

Dados da FIESP mostram que as micro, pequenas e médias empresas representam hoje mais de 90% dos estabelecimentos da indústria de transformação, além de concentrarem mais de 50% do pessoal ocupado, sendo, portando, fundamentais para a geração de empregos e renda, confirmando que   a base produtiva da indústria brasileira é majoritariamente formada por MPMIs.

Portanto, tais números justificam a relevância do DEMPI, que atua como canal institucional estruturado, transformando demandas em agendas e ações concretas.

A FIESP é a única Federação de Indústrias do Brasil que possui um departamento dedicado exclusivamente às micro, pequenas e médias indústrias. À frente do DEMPI, Fiola, que integra a diretoria da FIESP há muito tempo, foi eleito para assumir o compromisso de dar voz e representatividade às demandas mais urgentes dessas empresas, buscando o crescimento sustentável desse segmento estratégico. Como presidente do Sindirepa-SP, já trabalha intensamente na representatividade política, além de promover ações voltadas à gestão e capacitação de empresas de reparação de veículos, sendo a maioria de  micro e pequeno portes, uma experiência que o ajudará em sua nova missão na FIESP.   

Na prática, a valorização das MPMIs é construída a partir da escuta ativa dos Sindicatos Filiados à FIESP. Como titular, Fiola tem o compromisso de dar seguimento às demandas reais do setor: crédito e financiamento; ambiente regulatório e tributação; qualificação da mão-de-obra; inovação, produtividade e competitividade.

Portanto,  o Departamento parte do entendimento de que as MPMIs demandam tratamento diferenciado, proporcional e adequado às suas especificidades.

A proposta do novo titular é atuar de forma permanente junto aos poderes Executivo e Legislativo, levando propostas técnicas, fundamentadas e alinhadas às demandas do setor produtivo, em diálogo também com demais atores do mercado. Em seu mandato, Fiola vai atuar de maneira ativa em busca de parcerias estratégicas e na articulação institucional contínua.

Para 2026, as principais demandas são:

Atuação em políticas de qualificação da mão de obra e apoio à gestão, em parceria com universidades e centros de excelência

Ampliação do teto de enquadramento do Simples Nacional, alinhada ao crescimento das empresas

Defesa e aprimoramento do Estatuto das Micro e Pequenas Empresas

Redução da burocracia, com regras estáveis, previsíveis e proporcionais ao porte das empresas

Ampliação do acesso ao crédito produtivo, com fortalecimento de instrumentos de garantia e redução do custo financeiro

Inclusão das MPMIs em políticas de produtividade, inovação e transformação digital

Defesa de políticas para ampliação de mercado e vendas, incluindo acesso às compras governamentais, inserção em marketplaces e canais digitais e fortalecimento do encadeamento produtivo

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *